Escola Popular

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Construção social e socialização para crianças e jovens socialmente e educacionalmente desfavorecidos

 

 

Pessoal

Os responsáveis pela implementação das ofertas de trabalhos de educação são:

  • Andreas Gerschel,
    Diploma em pedagogia social e referente no trabalho livre com jovens
    Especialização: Pedagogo de convivências, Betzavta - Vivenciando a democracia uns com os outros
  • Hans- Jürgen Neumann,
    Diploma em Pedagogia religiosa / pedagogo comunitário e referente no trabalho com jovens escolares / diretor da Escola Popular
    Especialização: Pastor / capelão (KSA), consultor e terapeuta de relações familiares (SG) e supervisor de relações sistêmicas em formação

+ Grupo alvo

  • escolas especiais, escolas regulares, escolas profissionalizantes, BVJ
  • Crianças e jovens de origem estrangeira
  • Crianças e jovens com dificuldades nas relações sociais e familiares
  • Crianças e adolescentes com problemas comportamentais

+ Parceiros de cooperação

  • Diretores e professores de escolas especiais, regulares ou profissionalizantes, BVJ
  • Circuito de trabalho liberal, dos ministérios da criança e da juventude (diaconia)
  • Circuito da Igreja
  • Serviços da juventude
  • Casas de retiro e formação, como por exemplo Braunsdorf, Neulandhaus e a WerkHaus
  • Trabalhos pontuais nos ministérios da criança e do jovem da igreja, como por exemplo: jogos e teatro pedagógico
  • Os dois profissionais referentes ao projeto cooperam em diferentes intensidades com colaboradores voluntários.

+ Objetivos

  • Explorar a capacidade de ação
  • Desenvolver capacidades sociais, individuais, e comunitárias que aumentam a auto-estima
  • Desenvolvimento de habilidades:
  1. Competências metodológicas
  2. Competências sociais
  3. Competências pessoais
  4. Competências do conhecimento

Correspondente a estes objetivos:

  1. Unir
  2. Conquistar
  3. Refletir
  4. Compreender

Esses elementos são a base de uma pedagogia de abordagem auto-gerível a longo prazo, no trabalho evangélico de educação. Desenvolvimento que nesse sentido não pode ser iniciado ou acompanhado em projetos de curto prazo. Portanto, nosso objetivo é articular projetos individuais com as ofertas já existentes na igreja ou nas entidades de cooperação.

+ Prioridades

Por isso destacamos e oferecemos no nosso trabalho as seguintes prioridades:
  • Auto-enfrentamento:
    responsabilidade pelos seus próprios atos, fatores que influenciam suas próprias decisões e reflexões
  • Percepção e questionamento da estrutura das relações sociais em que se está inserido:
    proporcionar situações que exijam um determinado comportamento, que ajude a superar situações difíceis
  • Reflexão sobre o comportamento,o que se pode e o que é importante mudar:
    criação de um auto-retrato ativo e positivamente orientado.
  • Articulação das suas próprias necessidades, também em relação às expectativas dos outros.
  • Capacidade de superar tendências de isolamento, assim como controlar suas emoções quando a situação o requer.
  • Refletir e formar competências chave nas capacidades de comunicação, como por exemplo diálogo, conflito, engajamento, resistência, (também religiosa) identidade, flexibilidade, tolerância, respeito e disciplina.

+ Métodos

  • Certificado de Competências Culturais (KNK), H.-J. Neumann
    • Reflexão e certificação de competências chave (reconhecido e aceito em toda a Europa)
  • Convivência Pedagógica, A. Gerschel
    • Corda-bamba
    • Escalada
    • Passeios de barco
    • ...
  • Educação musical e cultural relacionados com o corpo, H.-J. Neumann
    • Escola Popular (Samba e Capoeira é mais, história, cultura, sociedade, pessoas, politica, economia, língua, religião, Brasil...)
    • Samba (desenvolvimento rítmico, sensibilidade para música, orientação em grupo, disciplina, concentração, treinar o respeito, aprender a tocar instrumentos originais, mostrar-se presente)
    • Capoeira (uma luta de dançarinos e uma dança de lutadores, conhecimento e domínio corporal, busca do equilíbrio, diálogo sem palavras, disciplina, atenção, lidar com sentimentos, orientação espacial, treinamento da presença pessoal)
  • Betzavta, A. Gerschel
    • Viver a democracia uns com os outros
    • Interação
    • Rodas de conversa e reflexão
  • Terapia de sistemas familiares, H.-J. Neumann
    • Definir o sistema do grupo e transformá-lo
    • Reframing, observar situações numa outra perspectiva
    • Treinar a auto-percepção
  • Assistência espiritual (KSA), H.-J. Neumann
    • Aconselhamento
    • Meditação, treinar a percepção e liberar todos os pensamentos e sentimentos

Projetos

+ Projeto de uma semana no SBSZ Hildburghausen

Zeitraum: April 2009

Die Escola Popular führt vom 21. bis 24. April 2009 am SBSZ in Hildburghausen zwei Projekte anlässlich des Jahres des Sports durch.
Dabei geht es um Fairness, Dialogfähigkeit, Rhythmus, Spiel, Spaß, Teamfähigkeit, Nähe und Distanz, natürlich auch um Bewegung und Musik.

» zur Mediathek mit Bildergalerie und weiteren Texten

+ Grupo infantil de capoeira no ensino fundamental 27 em Erfurt

Zeitraum: Oktober bis Dezember 2008

Die Gruppe wurde durch den Freistaat Thüringen, das Ministerium für Soziales, Familie und Gesundheit sowie die Evangelische Kirche in Mitteldeutschland, durch den Einsatz für benachteiligte und bildungsferne Kinder und Jugendliche, gefördert. Hans- Jürgen Neumann entwickelte mit seinem ganzheitlichen Arbeitsansatz der "Escola Popular" eine aktivierende Bildungsmethode, welche die verschiedenen Lebensbereiche, wie Schule, Familie, Freizeit, Freundeskreise, öffentliches Leben erreicht. Auf Anfrage des Schulleiters Herrn Olaf Gläser bei dem Leiter der Escola Popular Herrn Hans-Jürgen Neumann entstand im Oktober 2008 die Idee ein Training für die körperliche und geistig-seelische Entwicklung der Kinder anzubieten. Dabei sollen die Fähigkeiten der Kinder entwickelt, sowie die Zusammenarbeit und Integration in einer Gruppe gefördert werden. Die 27. Grundschule steht in einem sozialen Brennpunkt im Erfurter Rieth. Die Capoeira in der Interpretation der Escola Popular trifft hier den Puls des Lebens (wie Jonas, ein Kind aus der Gruppe sagte).
 

Lokaler Partner

Grundschule am Berliner Platz
Staatliche Grundschule 27

Berliner Straße 1a
99091 Erfurt

Tel. 0361 7913146
Fax 0361 7100495

 
 
 

+ Terapia social na prisão juvenil de Ichtershausen

Ein Teil der Projektgruppe im Januar 2009
Ein Teil der Projektgruppe im Januar 2009

Zeitraum: Herbst 2007 bis Frühjahr 2009

Ein Bildungsangebot im Rahmen der Sozialtherapie, welches anstrengend, aber am Ende auch fast immer aufbauend ist.
Der Unterricht umfasst Klatsch- und Rhythmusübungen, kurze Feedbackrunden und natürlich ausführliche Übungen an verschiedenen original brasilianischen Instrumenten.
Geschult wird dabei allerdings weit mehr: Ausdauer, reflektierter Umgang mit eigenen Gefühlen und eigenem Verhalten, Teamfähigkeit, Einordnen in eine Gruppe, Regeln beachten, Zuhören, Ausdruck von Freude, sich selbst und andere annehmen, Brücken zwischen verschiedenen Menschen und Kulturen bauen, etc.
Mit einer einfachen Sache, die Spaß macht, kann viel bewirkt werden, auch dann oder dort, wo klassische Bildungs- oder Therapiemethoden versagen. Selbst wenn man das gemeinsame Erleben ganz niedrig hängt, ist es schon eine tolle und entwicklungsfördernde Sache, wenn die jungen Männer hier etwas anderes erleben, als sie von ihrem Alltag draußen zu Genüge kennen.

+ Projeto de capoeira na escola Freien Fröbelschule Keilhau

Zeitraum: Juni / Juli 2007

Im Auftrag des Thüringer Sozialministeriums führt die Escola Popular Arbeit mit bildungsfernen Jugendlichen durch. Im Rahmen dieser Arbeit fand am 21. Juni 2007 ein Capoeira-Tagesprojekt mit einer Sprachheilklasse an der Freien Fröbelschule Keihlau statt. Daraus ergab sich später eine Projektwoche.

 

» Bildergalerie des Projekttages am 21. Juni 2007

» Bildergalerie der Projektwoche vom 10. bis 13. Juli 2007

 

Das Projekt hat mit unserem theologisch begründeten pädagogischen und therapeutischen Ansatz der Escola Popular für folgendes wunderbares Feedback einer Lehrerin gesorgt:

Herr Neumann,

heute morgen war schon vor meinem Eintreffen beschlossene Sache, Sie und Ihre beiden Begleiter zur Projektwoche erneut einzuladen. Das ist bereits in den Händen der zuständigen Kollegen, so dass ich gar nichts mehr tun kann, als Ihnen Bescheid zu geben. Womöglich aber wissen Sie es ja bereits.

Ich danke Ihnen und Ihren Begleitern noch einmal herzlich für diesen Tag. Die Begeisterung unter Lehrern und Schülern ähnelt ein bisschen einer Infektion mit einem Virus: dem capoeira- Virus, der außerordentlich ansteckend ist, aber nur den niederstreckt, der nicht ordentlich aufpasst.

Naja, sicher haben Sie so was schon öfter gehört.


Hier noch die Sammlung zum Thema: „Was an capoeira gut ist"

Das Thema capoeira ist so umfassend, dass man es zunächst durchaus für eine Überforderung halten könnte, unseren (lernbehinderten Förder-) Schülern auch nur die wichtigsten Aspekte zu vermitteln.
Weit gefehlt.
Gerade die Komplexität dieses Themas scheint sie heraus zu fordern.
Auf die Frage hin, was ihnen am capoeira gefällt, lautete die Antwort immer zuerst: ALLES.
Genauer nachgefragt möchte sich niemand wirklich auf nur einen Aspekt festlegen. Hier ihre Nennungen:

HISTORIE

Zunächst einmal interessieren sich die Schüler sehr für den historischen Teil, den Ursprung des capoeira und die Geschichte der Sklavenhaltung in den besetzten Gebieten Latein- und Südamerikas. Auf die Stundentafel bezogen heißt das bereits fächerübergreifender Unterricht in Geschichte, Geografie und Ethik, drei in unserer Klasse sonst nicht gerade beliebten Fächern. Ich denke, erst jetzt, mit diesem Bezug zu den Sklaven, die aus Afrika nach Amerika gebracht wurden, eröffnete sich ihnen wirklich eine Vorstellung von der Verteilung der Kontinente auf der Erde.

MUSIK

Da die Musik ganz selbstverständlich zum capoeira gehört, wurde sie selbst von den Schülern angenommen, die im regulären Musikunterricht weniger engagiert sind. Die Lieder haben ihnen gefallen: die, die sie gehört haben und die, die sie gesungen haben. Das Spielen auf den Instrumenten hat ihnen gefallen und das Klatschen von Rhythmen. Das ist etwas, was ihnen außerordentlich schwer fällt: das Singen, das Erlernen von Texten und Melodien, das Sich- Einordnen in einen festen Rhythmus..., weshalb es natürlich gern vermieden wird.
Nicht aber hier.

BEWEGUNG

Mit Begeisterung haben sich unsere Schüler in das Erlernen der Bewegungen gestürzt und bis zur großen Pause ohne eine einzige Pause durch gezogen. Das ist deshalb der Erwähnung wert, weil es etwas ganz Besonderes ist, wenn unsere Schüler auf ihre Pausen verzichten. Sie kamen nicht einmal auf die Idee, danach zu fragen. Das hätte uns einen Tag zuvor noch keiner geglaubt.
Die Bewegungen an sich fördern ihre motorischen Fähigkeiten, die Koordinationsfähigkeit, die Konzentration (schließlich muss man sich gut merken, wie es geht), darüber hinaus aber auch die Ausdauer und Geduld. Das Erlernen durch Zuschauen erfordert die Schulung der Beobachtung, das genaue Hinsehen und schließlich die Übersetzung im „Spiegel", ein außerordentlich hoher Anspruch, von dem sich gestern niemand abschrecken ließ.
Sah man sich heute auf dem Pausengelände um, konnte man beobachten, dass das Gelernte sogar hängen geblieben ist. Die Schüler, die dabei waren, wurden wiederholt dazu aufgefordert, das doch mal zu zeigen.
Auf diese Weise fällt die im Unterricht sonst vom Lehrer geplante Übung und Wiederholung wie von selbst in die Hände der Schüler, die kein Erwachsener dazu auffordern musste.

AUFMERKSAMKEIT

Die Schüler fanden es gut, dass sie gelernt haben, immer aufmerksam zu sein. Es war für sie vollkommen einsichtig, dass sie dem Anderen stets ins Auge sehen müssen, um nicht von einem Angriff überrascht zu werden. Setzt man das Projekt bei den Schülern fort, wird sich die Anforderung an ihre Aufmerksamkeit sogar noch steigern, denn sie werden dann nicht mehr nur auf ihr Gegenüber, sondern auch auf die Musik achten müssen, die den Rhythmus und die Geschwindigkeit der Bewegungen vorgibt.
Auch die „Zuschauer" in der Roda sind in ihrer Aufmerksamkeit stets gefordert, weil sie mehr als nur zuschauen: sie singen mit, zum Teil klatschen sie mit, sie verständigen sich schweigend, wenn sie als Nächste in die Roda möchten, sie wechseln vielleicht auch einmal jemanden an den Instrumenten ab, der auch einmal in die Roda möchte.
Darüber hinaus merken sie sich die Regel: „den Anderen immer gut im Auge behalten" auch für ihr ganz persönliches Leben. Ich vermute, dass dieser Bezug zur Lebenswelt der Kinder ihnen diese Aufmerksamkeit so bemerkenswert macht. Bleiben sie dabei und übertragen das Gelernte auch auf andere Situationen, werden sie es in Zukunft ganz sicher leichter haben, sich zu integrieren. Dazu kommt noch folgender wichtiger Aspekt:

DIE ART DES UMGANGS MITEINANDER

Beim capoeira betrachtet man sein Gegenüber nicht als Gegner, sondern als Mitspieler. Man geht nicht verbissen aufeinander los, sondern spielt mit einem Lächeln im Gesicht. Es kommt nicht darauf an, sich KO zu schlagen, sondern seine Bewegungen auf den Anderen abzustimmen. Ein Wechselspiel zwischen Abwehr und Angriff mit der Grundregel, den Anderen nicht wirklich zu verletzen. Ein Appell an die Gewaltlosigkeit im Umgang mit Konflikten. Es gibt keinen Gewinner oder Verlierer, es ist kein Kräftemessen, sondern ein Austausch von Fähigkeiten. Das stärkt das Selbstwertgefühl der Beteiligten und macht ihnen Mut, auf andere Weise aufeinander zuzugehen. Gerade für unsere Schüler ist das eine ungeheuer wichtige Lektion. Sprachheilschüler haben Probleme damit, sich sprachlich zu artikulieren und verfallen daher schnell in körperliche Auseinandersetzungen. Jetzt haben sie ein neues Kommunikationsmittel entdeckt, das allen eine hohe Achtung abringt.

 

Es grüßt die Förderklasse 1 und ihre Lehrerin

P. Krug

+ Projeto de samba de uma semana na Escola Especial Pestalozzi, em Pössneck

Ein Teil der Projektgruppe
Ein Teil der Projektgruppe

Zeitraum: November 2007

Sambaprojektwochen mit der Förderschule in Pößneck. Die Ev. Jugendarbeit im Kirchenkreis Schleiz war Kooperationspartner, machte Werbung für unsere Arbeit, stellte die Kontakte her und die Räume zur Verfügung.
Die Projekte forderten alles von den SchülerInnen. Mehrere Stunden am Stück konzentrierte Arbeit war eine der Erfahrungen, die sie dabei machen konnten. Sich verantwortlich in eine Gruppe einzubringen und dabei eigene Hürden zu überwinden war ein weiterer Schwerpunkt.

 

 

» Bildergalerie zur Projektwoche vom 12. bis 16. November 2007

» Bildergalerie zur Projektwoche vom 19. bis 23. November 2007

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